You need people like me.
You need people like me so you can point your fuckin' fingers and say, "That's the bad guy."
So... what that make you? Good? You're not good.
You just know how to hide, how to lie. Me, I don't have that problem. Me, I always tell the truth. Even when I lie.
So say good night to the bad guy! Come on.
The last time you gonna see a bad guy like this again, let me tell you. Come on.
Make way for the bad guy.
There's a bad guy comin' through! Better get outta his way!
sábado, 15 de agosto de 2009
domingo, 9 de agosto de 2009
sábado, 8 de agosto de 2009
Sentimentos.
IRA!
Ira é um intenso sentimento de RAIVA, ÓDIO, RANCOR, um conjunto de fortes emoções e VONTADE DE AGRESSÃO geralmente derivada de causas acumuladas ou traumas. Pode ser visto como uma CÓLERA E UM SENTIMENTO DE VINGANÇA, ou seja, uma vontade frequentemente tida como INCONTROLÁVEL dirigida a UMA OU MAIS PESSOAS por qualquer tipo de OFENSA OU INSULTO.
ÓDIO
O ódio é um sentimento de profunda ANTIPATIA, DESGOSTO, AVERSÃO, RAIVA, RANCOR PROFUNDO, HORROR, INIMIZADE OU REPULSA contra uma pessoa ou algo, assim como o desejo de evitar, limitar ou DESTRUIR o seu objetivo.
O ódio não é necessariamente irracional. É razoável odiar pessoas ou organizações que ameaçam ou fazem sofrer.
O Ódio é mais profundo que a Raiva. Enquanto a Raiva seria predominantemente uma emoção, o Ódio seria, predominantemente, um sentimento. Paradoxalmente podemos dizer que o ódio é um afeto tão primitivo quanto o amor. Tanto quanto o amor, o ódio nasce de representações e desejos conscientes e inconscientes, os quais refletem mais ou menos o narcisismo fisiológico que nos faz pensar sermos muito especiais.
Assim como o amor, SÓ ODIAMOS AQUILO QUE NOS FOR MUITO IMPORTANTE. Não há necessidade de ser-nos muito importantes as coisas pelas quais experimentamos Raiva, entretanto, PARA ODIAR É PRECISO VALORIZAR O OBJETO ODIADO.
A teoria do Sujeito-Objeto, didaticamente coloca a idéia de que existem apenas duas coisas em nossa existência; eu, o sujeito; e o não-eu, o objeto. E tudo o que sentimos, desde nosso nascimento, são emoções e sentimentos em resposta ao objeto. Para que essa teoria possa ter utilidade é imprescindível entendermos o objeto como tudo aquilo que não sou eu, mais precisamente, tudo aquilo que não é minha consciência.
Prazer em conhecer, Camilla.
Ira é um intenso sentimento de RAIVA, ÓDIO, RANCOR, um conjunto de fortes emoções e VONTADE DE AGRESSÃO geralmente derivada de causas acumuladas ou traumas. Pode ser visto como uma CÓLERA E UM SENTIMENTO DE VINGANÇA, ou seja, uma vontade frequentemente tida como INCONTROLÁVEL dirigida a UMA OU MAIS PESSOAS por qualquer tipo de OFENSA OU INSULTO.
ÓDIO
O ódio é um sentimento de profunda ANTIPATIA, DESGOSTO, AVERSÃO, RAIVA, RANCOR PROFUNDO, HORROR, INIMIZADE OU REPULSA contra uma pessoa ou algo, assim como o desejo de evitar, limitar ou DESTRUIR o seu objetivo.
O ódio não é necessariamente irracional. É razoável odiar pessoas ou organizações que ameaçam ou fazem sofrer.
O Ódio é mais profundo que a Raiva. Enquanto a Raiva seria predominantemente uma emoção, o Ódio seria, predominantemente, um sentimento. Paradoxalmente podemos dizer que o ódio é um afeto tão primitivo quanto o amor. Tanto quanto o amor, o ódio nasce de representações e desejos conscientes e inconscientes, os quais refletem mais ou menos o narcisismo fisiológico que nos faz pensar sermos muito especiais.
Assim como o amor, SÓ ODIAMOS AQUILO QUE NOS FOR MUITO IMPORTANTE. Não há necessidade de ser-nos muito importantes as coisas pelas quais experimentamos Raiva, entretanto, PARA ODIAR É PRECISO VALORIZAR O OBJETO ODIADO.
A teoria do Sujeito-Objeto, didaticamente coloca a idéia de que existem apenas duas coisas em nossa existência; eu, o sujeito; e o não-eu, o objeto. E tudo o que sentimos, desde nosso nascimento, são emoções e sentimentos em resposta ao objeto. Para que essa teoria possa ter utilidade é imprescindível entendermos o objeto como tudo aquilo que não sou eu, mais precisamente, tudo aquilo que não é minha consciência.
Prazer em conhecer, Camilla.
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